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15 maio 2013

Lidando com dores...

Oi, gente...

Como podem perceber, estou sem sono.

E não é por falta de cansaço.

Trabalhei muito hoje, resolvi diversas pendências, tudo isso somado ao desgaste emocional e a força que ando tendo que tirar sei lá de onde para poder passar por este momento da melhor maneira possível.

Sei lá porque não consigo dormir.

São tantos motivos e, ao mesmo tempo, nenhum que eu possa eleger como causa maior.

São tantos pensamentos vagando pela cabeça e, ao mesmo tempo, uma sensação de que a mente está totalmente vazia.

Venho descobrindo um novo significado pra "dor".

Em 28 anos, achei que "dor" se resumia ao conceito óbvio de algo que dói, machuca, que afeta negativamente.

Ando percebendo que a dor pode ser bem mais do que isso e, inclusive, envolver sentimentos positivos, como as boas lembranças, os sonhos e uma ânsia quase vital de que tudo finalmente fique bem.

A dor pode ser tão paradoxal, que você começa a buscar algo de bom nela, como uma forma de consolo ou de justificativa para a forma que ela nos afeta.

A dor invade e corrói sem pedir licença, sem questionar se estamos preparados e, ao mesmo tempo nos faz conhecer lados nossos antes desconhecidos, nos faz perceber que somos mais fortes do que imaginamos.

Estou assim: um misto de sentimentos e, ao mesmo tempo, um vazio.

Um cansaço e, ao mesmo tempo, uma força interminável.

Uma tristeza e, ao mesmo tempo, uma esperança por dias mais solares.

Nunca pensei que conheceria a dor tão de perto. Nunca nem imaginei que a dor fosse assim, mas sigo em frente.

http://lovsnmua.files.wordpress.com/2013/01/alone-girl-landscape-nature-photography-favim-com-42505.jpg

Por mais que a dor me afete, é mais uma vez um momento de aprendizado.

E, por mais que eu deteste o tempo chuvoso, sem ele não há como florescer as mais belas flores que enfeitam meus dias de sol.

Acredito que a dor para mim será como um tempo chuvoso: algo necessário para que a bonanza e a paz voltem a brotar em meu coração e trazer lindos frutos...

Afinal, assim é a vida: um eterno recomeço, no qual o que ficará para sempre é apenas o amor e as lembranças.

Deixo parte de mim neste texto. Deixo parte de minha dor, assim como já deixei tantas outras partes aqui.

E espero que, com o tempo, esta dor cicatrize e se torne apenas uma lembrança, como todas as outras que ficaram como rastros em meu caminho.

Vou voltar melhor, me aguardem.

E me desculpem pelo desabafo.

Com carinho,

Naná.

08 fevereiro 2013

Aquele velho papo sobre "crescer"...

Olá, pessoal!

Não ia escrever nada aqui por estes dias...

Eu estava querendo tirar umas férias do blog, me silenciar por uns dias, mas tive um papo tão legal com uma ex-aluna muito querida que resolvi vir escrever sobre ele aqui.

Fui professora dela no oitavo e no nono anos há um tempo atrás e, por acaso, ela deixou na inbox do meu Facebook uma mensagem dizendo que estava indecisa sobre qual curso universitário fazer e me pediu que a ajudasse.

Primeiro, eu achei muito delicado da parte dela, mesmo depois de tanto tempo, confiar em mim para ajudá-la em algo tão particular e depois, nossa conversa sobre dúvidas e escolhas me retomou aquele velho papo sobre "crescer"...

Já tive a idade dela.

Há pouco mais de uma década, mas tive.

E dúvidas em jovens cabecinhas são sempre cruéis, não importa a geração... Em jovens, são sempre algo que perturbam a cabeça e nos fazem pensar (na inocência da idade) que não há saída.


Na juventude, tudo parece crucial demais, definitivo demais, desafiador demais. No entanto, são apenas escolhas. Escolhas que se forem erradas, no futuro por bem ou por mal, podem ser reparadas, consertadas ou desfeitas.

Entretanto, naquele momento, parecem ser o "fim do mundo", nos dão a impressão de que uma escolha errada poderá ser a porta de acesso a um futuro infeliz ou algo do tipo.

E sabemos que não é bem assim.

Nossa cabeça vai mudando com o tempo.

Com o passar dos anos, a adolescência se despede e percebemos que os amigos "pra vida toda" já não são mais tão próximos, que nossos pais não são "heróis invencíveis" e que somos suscetíveis a erros, falhas e enganos.

E neste momento de decepção sobre as crenças que cultivamos por toda a infância e adolescência é que finalmente crescemos.

E decepção maior ainda é quando descobrimos que aquele velho papo sobre "crescer" não era tão legal e sem problemas como imaginávamos que seria, quando estávamos na infância.

Quando temos 12 anos, por exemplo, pensamos que ao completar 18, algo mágico irá acontecer. Será a maioridade, será chegado o tempo de ser adulto, independente e dono de sua própria história.

E não é nada disso.

O crescimento ocorre todos os dias e aos poucos vamos abandonando o medo da vida e as asas dos pais, para aprendermos a voar sozinhos sem receios, cientes de que o percurso é difícil e não tem nada de mágico ou fantástico como pensávamos. Cada um a seu tempo.


Passamos também a compreender que as dúvidas e as escolhas fazem parte da vida. Podem ser cruciais ou não, mas sempre vêm com um aprendizado.

E vendo minha jovem ex-aluna falar, posso traçar um paralelo com as palavras da minha mãe que sempre me diz: "Não sei pra quê você corre tanto com a vida, se preocupa tanto com tudo... Quando você chegar a minha idade, vai dizer: 'Corri tanto pra quê?'".

Acho que o crescimento, o amadurecimento nos desacelera, nos faz mais humanos e menos máquinas. Nos faz perceber que a vida não é um caminho perfeito, sem erros ou problemas e que a sua construção está justamente em tentar, em refazer e repensar.

Passamos a ser menos controladores de nossos destinos, reconhecendo que nos é permitido recomeçar, sempre que necessário.

Por muito tempo ainda carregamos o vício da perfeição, a eterna ilusão de controle sobre nossa história e nosso futuro. Mas, com o tempo vemos que tudo passa, inclusive o desejo de nunca errar e a resistência ao recomeço.

Assim, aquele velho papo sobre "crescer" não era tão decepcionante assim... Pelo contrário, crescer se torna bonito, pois envolve experiências, tentativas, erros, acertos e sobretudo aprendizado.

Aprendizado que vem com o tempo, sem pressa, sem cobranças.

Por isso, permita-se, erre, acerte, viva.

Com carinho,






27 janeiro 2013

Vida.

Tragédia no Rio Grande do Sul sendo noticiada a todo instante e a única frase que me marcou nem partiu da televisão, mas da minha mãe que disse que "Pra morrer, basta estar vivo".

Parece uma frase óbvia, mas não passamos nossos dias pensando na maior certeza que a vida nos oferece. E, provavelmente, aqueles jovens que ali estavam também não.

E aí vem os pensamentos. Dos mais públicos como "Tão jovem, tão cheio de sonhos..." ou "Estava quase se formando", até os mais paticulares: "Nossa, ele se foi e não disse a ele o quanto o amava".

Independente deste caso ou de qualquer outro, mais do que a saudade que se sente ou o sentimento de desolação ao se deparar com o fim da vida, a dor sempre presente é aquela de arrependimento por não ter dito, não ter feito ou não ter demonstrado algo.

Vive-se muitas vezes "como se não houvesse o amanhã" e não há a preocupação com as consequências dos atos (ou da falta deles).

Procrastina-se um abraço, adia-se uma visita, sufoca-se o beijo e a vontade de dizer "eu te amo", por vergonha, comodismo ou medo da reação do outro.

Colocam a culpa no trabalho pra falta de convivência e sempre arrumam justificativas grandes para sufocar as relações de amor e carinho.

Prefere-se os amigos efêmeros, os companheiros de festas, aqueles com quem não se passa muito tempo, nem tampouco momentos difíceis, apenas os de alegria e diversão. Numa vida agitada e cheia de compromissos, não dão trabalho, não requerem amor, nem demonstrações de afeto. Uma curtida na foto do Facebook já alimenta a relação.

E assim as pessoas vão se distanciando de quem elas amam. De quem quer um abraço, um carinho, de quem quer conforto nas horas difíceis ou colo pra lágrima derramada. As pessoas se distanciam daquele que não dormia enquanto não chegasse, daquela com quem se passou os momentos mais dolorosos ou daquele que ensinou muito sobre a vida.
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Cria-se asas ao longo da vida e poda-se raízes que aparentemente querem prender, cercear do maravilhoso mundo de oportunidades, mas que, na verdade, são apenas um referencial de amor e proteção que jamais deveria ser perdido.

Muitas vezes tudo aquilo que se busca parece mais atraente do lado de fora. Luzes, sons, gostos, sensações e, neste caminho, esquecemos de olhar pra dentro de nós mesmos e perceber o que o nosso coração fala de verdade.

Por isso, devemos viver com os pés no presente, coração no passado e olhos no futuro. Assim, nunca nos esqueceremos de onde viemos e sempre lembraremos de que um futuro existe e, já que a morte é o ponto de chegada de todos, que o caminho tenha sido feito de forma coerente, sem se esquecer de dizer "eu te amo" ou de "amar as pessoas, como se não houvesse amanhã".

Dê um abraço, ligue para aquele amigo com quem você não fala há anos, pare de arrumar desculpas para não se encontrar com quem você não ficava nem 1 dia sem se falar... Não deixe guardada em seu coração a vontade de expor o amor.

Não permita que seus sentimentos sejam sufocados, exponha-os ao sol e deixe que floresçam, criando mais e mais laços, gerando mais e mais amor.

Afinal, se "pra morrer, basta estar vivo", que pelo menos o amor e o carinho sobrevivam, sendo perpetuados e mantidos eternos. Porque, o resto... Tudo se esvai com a perda, inclusive as milhares de barreiras que impedem de praticar o amor!

Com carinho,

13 novembro 2012

Pequenos milagres diários...

Oi, gente!

E aí, animados pro feriado?! Espero que sim!

Há algumas semanas, venho elaborando uns devaneios meus para postar aqui, pois ando percebendo nos últimos tempos, que a vida pode estar cheia de presentes para nos dar...

Já repararam o quanto corremos no dia-a-dia buscando que algo grandioso aconteça em nossa vida?

Algo quase milagroso e que mude os rumos de nosso destino ou que traga grandes mudanças positivas.

Algo que resolva de vez todos os nossos problemas ou que seja uma salvação de nós mesmos ou do que nos cerca.

Porém, a vida geralmente não funciona assim.

Ela é feita de pequenos milagres diários que, se pudermos perceber, transformam lindamente nossos dias pouco a pouco.


E eles não são ínfimos ou imperceptíveis. São grandiosos justamente pela sua sutileza em surgir no caminho e tornar um pouco mais solares os nossos dias.

Não precisam de grandes comemorações, lágrimas de emoção, muito menos do título de "divisor de águas em minha vida"...

São milagres porque são presentes divinos que recebemos sem pedir e quase sempre não nos damos conta da importância de agradecer.

Podem se manifestar num abraço quando mais se precisa, num telefonema inesperado com boas notícias, num sorriso e até mesmo naquele suspiro final que vem acompanhado de "graças a Deus, o pior já passou".

Uma semana de trabalho e/ou estudos proveitosa, a certeza de que todos ao seu redor estão bem, ou mesmo uma manhã ensolarada de domingo são pequenos presentes que recebemos e não nos damos conta da importância em nosso dia-a-dia.

E quantos destes pequenos milagres já perdemos a oportunidade de disfrutar, por sempre esperar que algo vultuoso aconteça?

Quantas vezes não deu vontade de tomar banho de chuva, ou mesmo abrir a janela e ficar contemplando-a caindo lá fora, mas perdemos a chance por esperar na frente do computador o e-mail que mudaria os rumos de nossa vida profissional?






Quantas vezes deixamos de aproveitar o sol do fim de semana pois estávamos cansados demais, por termos trabalhado mais que o necessário a semana toda em prol de nossos sempre inalcançáveis objetivos financeiros?

Quantas vezes perdemos uma boa noite de sono, pela ânsia de que algo grandioso aconteça no dia seguinte?

Quantas vezes perdemos um abraço, um sorriso ou um carinho por orgulho em pedir "perdão"?

Quantas vezes esperamos o impossível da vida, quando na verdade, os pequenos aprendizados e experiências diárias nos transformam e nos fazem crescer?

A vida não precisa de "marcos históricos" ou... "divisores de águas" para ser bela e plena. Ela precisa sim de ter seus pequenos milagres mais percebidos, mais valorizados, mais aproveitados... Mais bem-vividos!

Achamos, às vezes, nossa vida parada, sem cor e ousamos até dizer que nada de novo acontece. Porém, já parou para pensar em como você estava há um ano atrás?

Você irá perceber que pequeninas coisas fizeram você chegar até aqui. Trouxeram amadurecimento, aprendizado e possibilitaram inclusive os acontecimentos considerados "maiores"...

Afinal, toda chuva só é grandiosa, porque é formada de minúsculas gotinhas de água que tocam o chão e fazem brotar a terra...



Assim, eu espero que possamos esperar menos o impossível, o improvável, o inalcançável e passemos a dar mais valor nos presentes diários que a vida nos oferece pouco a pouco...

Um bom dia a todos!

Com carinho,







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26 outubro 2012

A vida e suas escolhas...

Oi, pessoal!

Fui fazer um levantamento dos links das postagens e vi que o bocó do blogger deletou este post...

Por gostar muito dele, resolvi relançá-lo aqui!


Vamos falar de vida?

O fato é que vive-se.

Por anos... Vive-se.

Bem, mal, com ou sem qualidade, mas vive-se.

Porém, chega um momento em nossas vidas que somos obrigados a fazer escolhas. 

Somos obrigados a ponderar o que vale mais para nós e nos vemos em uma estrada onde só há dois caminhos: seguir em frente ou voltar pra trás.

Apesar da metáfora, na realidade, a travessia, não é tão fácil assim.

É complicado ter que escolher entre coisas que você sempre julgou importantes e pensou que nunca iria abrir mão.

Parece que a rotina coloca nossas vidas no formato de um roteiro que acostumamos a seguir, sem questionar.

Entretanto, este roteiro às vezes, fica aberto e temos que sair de nossa zona de conforto para editá-lo ou mesmo reescrevê-lo...

E é nessa hora que surge a necessidade da escolha.

Sempre lutamos tanto contra a imposição de normas e regras e pela liberdade de escolher como agiremos em nossas vidas, mas quando a oportunidade de optar por algo chega, torna-se um processo doloroso.

Afinal, por mais que não se queira, é assim que a rotina nos coloca: para sermos conformados a ela.

Quando se pensa em cotidiano, os sonhos de "mudar de vida" ou pelo menos "mudar algo" sempre surgem. O pensamento cria asas, quando a vida está aprisionada.

Porém, quando o fadado dia-a-dia nos dá a brecha de sermos os diretores do filme de nossa vida, parece que nos paralisamos, ficamos sem saber o que fazer.

Chegamos até a, muitas vezes, acusar a vida de nos deixar sem respostas e "perdidos"...

Mas não somos nós mesmos que pedimos constantemente oportunidades de mudança de vida?

Não é paradoxal pensar que passamos a vida inteira buscando novos rumos para nossa caminhada, mas jamais estamos preparados para tomarmos as rédeas de nossa história, quando nos é dada a oportunidade?

Ficamos tão acostumados ao dia-a-dia com suas alegrias e dores que, dar um passo contrário a tudo isso é desafiador.

Quando na verdade, deveria ser natural.

E é natural.

Afinal, é a nossa vida que está em questão.

Não deveria nos parecer um crime tentar mudar o nosso próprio destino.

Porém, agir contrariamente a atitude conformada e dócil das pessoas que nos cercam traz a nós a reprovação, o constrangimento, a marca de uma falsa rebeldia.

E digo falsa, pois amadurecer não é subverter.

Tentar ver a vida por um outro olhar  e escolher qual caminho seguir é mostrar que se percebeu com cada lição que a vida deu, que é  possível mudar.

Que é possível rir mais, sofrer menos e experimentar o novo.

Essa semana mal começou e já tive que fazer isso duas vezes!

E foi difícil.

Dá um aperto no peito, um medo de o arrependimento bater, mas não. 

O que parecia ser óbvio e indispensável, passa a ser natural e torna-se um alívio para a alma...

Uma libertação.

E é isso que eu desejo a todos vocês hoje: libertem-se!

Deixem seus medos para trás e vivam o que a vida tem de melhor a nos oferecer, sem medo ou culpa!

Com carinho,

Naná.

17 abril 2012

Olá, pessoal!

Como estão?!

Hoje eu vim falar de fé.
Não digo a fé nos termos religiosos, mas aquela força interior que tiramos não sei de onde, que nos deixa profundamente consolados e certos de que tudo irá ficar bem.

Sabe aqueles dias em que somos tomados por uma alegria incontida e uma esperança sem tamanho e que passamos a acreditar que temos força e ânimo para superar qualquer limite?!

Hoje estou assim.

Fui tomada por um sentimento de alegria, esperança, ao mesmo tempo de constatação de que as coisas podem sim ser melhores.

Estou achando o dia tão bonito... O céu estava mais cedo tomado por um azul que cuja matiz há muito eu não percebia, talvez por ter parado por vezes de enxergar a vida com os olhos da alma.

E agora chove. Cai uma tênue chuva que não me traz melancolia, mas que me conforta, que acalma minha alma e meu coração...

A fé nos faz fortes. 
Nos faz crer que não há muros tão altos que os sonhos não possam transpor.

E que a esperança que temos torna-se asas que nunca nos deixam cair.

A fé é como um sopro. Um sopro de vida que movimenta nossas asas e enche nossos pulmões de vida.

Sinto-me bem, apesar de tudo.

E passei ainda mais a dar valor naquilo que de fato tem valor.
Sou grata ao que tenho e aprendi a ser grata pelo que ainda há de vir.

Passei a agradecer até o que ainda não se concretizou, pois a fé me dá este respaldo. Sou mais feliz assim!

Por isso hoje eu digo: creia, tenha fé.

Abandone aquilo que não te deixa seguir em frente encha o seu coração de fé.

Crie asas, alce vôos. Não tenha medo de cair. Mantenha sua dignidade e fé, até em seus momentos de queda e fraqueza...

E eu tenho certeza de que você perceberá como tudo na vida pode ser bem melhor e quanto tempo você perdeu dando importância ao que não tem valor algum...

E lembre-se: há uma grande diferença entre viver e sobreviver.

Quem vive, tem sentimentos, tem experiências e aprende com elas. Quem apenas sobrevive, espera no outro a sua chance de respirar, de experimentar e de, quem sabe, viver.

Bem, é isso!

Uma excelente semana, repleta de muita fé para todos nós!

Com carinho,

Naná.






10 fevereiro 2012

Um dia, a nossa hora chega.

Estou escrevendo de um lugar bem incomum e usando o pouco de bateria que ainda resta no celular.

Estou no Terminal olhando a chuva e esperando o ônibus chegar.

E nos meus devaneios um tanto quanto tortos, me veio à cabela a seguinte frase: a hora da gente sempre chega.

Desde por exemplo, a hora de pegar o ônibus, até a hora de casar, de ter um filho, de passar no vestibular... Até mesmo a hora de partirmos.

É interessante pensar que cada pessoa aqui sentada ou passando de um lado pro outro (e cada um de vocês que estiver lendo estas palavras), certamente esperam a hora de algo.

Devem ter os que esperam a resposta da vaga de emprego, outros um resultado de exame, o momento de reencontrar a pessoa amada; outros esperam a chegada do fim de semana e os mais desligados... Estes esperam apenas o ônibus mesmo!

Mas, o mais incrível da vida é pensar que não estamos no mundo em vão e que, mesmo sem esperarmos, a hora pra diversas coisas um dia chega.

Aquele rapaz com quem você nunca foi com a cara? Pode chegar a hora de ele ser o pai dos seus filhos.

Aquela roupa que você estava insegura em usar? Pode chegar a hora de ela ser a mais elogiada da festa!

E aquele mal-estar que você sentiu e achou que estava doente? Pode ter chegado a hora de ser mãe.

(Chegou a hora de passar pro caderno, pois o celular acabou a bateria).

Sempre teremos a chance de ser protagonistas da história de nossa vida e da dos outros, nem que seja uma vez na vida. Inevitavelmente, momentos bons e ruins chegam (muitas vezes sem avisar) e nos surpreendem de tal maneira que, às vezes, nem sabemos o que fazer!

Quem nunca gritou de alegria ao saber que passou no vestibular, chorou pela perda inesperada, se assustou com um comportamento inadequado de alguém, sentiu tremer as mãos quando recebeu o diploma, as pernas quando deu o primeiro beijo de amor... Ou não estava com o dinheiro em mãos, quando o ônibus passou?

O fato é que nunca estamos preparados para enfrentar a vida... Somos, de uma maneira ou de outra, sempre surpreendidos por ela e só passamos a aprender (um pouco) a viver... Vivendo.



Nossos pais sempre nos dizem que sabem viver e que somos imaturos demais. Das duas, uma: ou vivem em uma profunda ilusão de que são sábios ou sabem este segredinho sobre a impossibilidade de se ter controle sobre a vida, mas não nos contam para nos poupar do baque.

Prefiro ficar com a segunda hipótese.

Infelizmente, quando você vive um pouco mais (e tira lições disso) acaba descobrindo que nem aos pais é reservado o direito de saber enfrentar a vida. Com o tempo, você acaba vendo que eles são apenas... Humanos!

Mas isso não pode trazer dor ou surpresa. A sua hora de saber mais este fato sobre a vida chegou e, como em todas as outras horas que chegaram e chegarão, você nunca estará preparado para elas.

Enfim, o que se há de fazer em meio a este caos chamado "vida" é VIVER. Viver da maneira mais leve que puder e fazer da paz interior um constante desafio. O melhor é aceitar o caos e não querer saber quando isso ou aquilo irá acontecer.

Apenas saiba que: um dia, sua hora chega. A hora para sorrir, festejar e também para chorar. 

Por isso, viva! E aguarde plenamente, pois a hora para tudo na vida, um dia chega.

A minha hora de voltar pra casa chegou, depois de mais de uma hora de espera pelo ônibus somada a estes meus devaneios.

Com carinho.

Naná.

20/01/2012   -  16:20h

13 janeiro 2012

Vida: já pensou em ter uma?

Olá, pessoal!

O título do post pode parecer meio estranho, mas não é.

Ando pensando muito sobre a diferença sutil entre "viver" e "sobreviver". Pode, semanticamente, parecer algo bem diferente, mas na prática, pode não ser.

O que no dia-a-dia fazemos em prol de nossa felicidade e não apenas  a serviço de nossa vida profissional e para tentar resolver os nossos problemas?



O que fazemos pensando em nosso próprio bem-estar e não em agradar os outros ou para dar uma satisfação à sociedade?

Em que momentos do dia paramos para sermos nós mesmos e não o que os outros esperam/querem de nós?

Às vezes, para mantermos as pessoas próximas a nós ou quem amamos, criamos quase uma personagem. Alguém destinado a agradar e corresponder às expectativas dos outros.

Mas, será que anular nossa própria essência pelo outro compensa?

Ando vendo que não... 

Eu sempre tentei agradar todo mundo e nunca fiz o estilo "ovelha negra" de lugar nenhum. Porém, isso não me satisfaz mais.

Percebi a sensível diferença entre viver de verdade e achar que se vive, quando de fato, apenas se sobrevive.

Já estou com quase 27 anos e deixei muitas coisas de lado por conta das opiniões alheias...

Cansei, sabe?!

Aprendi a dizer "não", e estou aprendendo (com muito custo) a "filtrar" o que vem até mim (de ruim e de bom). Passei a viver a minha vida e não a dos outros.

Por quê?

Ah, porque descobri que não é vivendo a vida dos outros, que algum ser desprendido irá se voltar a mim e viver a minha vida. 

Eu e Dudu enfrentamos momentos complicados em 2011 e de fato, ninguém sai do foco de seu próprio umbigo pra olhar um pouco, por exemplo, por nós.

Sempre se espera que nós dois busquemos agradar todo mundo. E nós? Quem agrada?

Por isso eu me decidi por ter minha vida e não a busca por sobrevivência em cima da vida dos outros ou do que os outros esperam de mim.

Descobri que carinho não se conquista fazendo a vontade dos outros. Quem gosta, ama, admira, faz isso por identificação. Se não existe, ponto final. Não há adequação de comportamento que faça acontecer uma empatia.

E é por isso que passei a me desgastar menos com os outros. Passei a pensar mais em mim e a dar mais valor na minha trajetória, na minha história. 

Percebi que a vida passa muito depressa, quando se quer viver o problema dos outros e não há como voltar atrás. O tempo é uma via de mão única.

Então, cuide mais de você! Espere mais de si e não dos outros!

Simplesmente... Viva. De verdade.

Com carinho.

Naná.

04 janeiro 2012

Bem vindos!

Olá, pessoal!

Não sou muito chegada a ficar publicando minha vida na internet, mas estou passando por um momento, no mínimo, reflexivo.

Preciso desabafar (nem que seja metaforicamente) com urgência.

Sou formada em Letras por amor e professora de Português por escolha (não porque não consegui passar no vestibular pra Direito). 

Poderia ter tido qualquer outra profissão, porém nas palavras, eu encontro vida, sinto brotar sentimentos, confissões e catarses que me fazem mais forte a enfrentar meu destino.

Tive um blog que falei sobre minha "árdua batalha" para casar e serviu como conselheiro e "animador" pra muita gente. 

Está com mais de 500 mil acessos, mas preferi não voltar pra lá.

Como diz meu marido: "Dois anos se passaram, não tem nada a ver, retomar algo já (bem) superado..."

Tenho Facebook, mas ando cansada da excessiva felicidade "plástica" de muitas pessoas que por lá habitam. Não estou pra isso.

Estou pensando em minha vida e é por isso que me recorro às palavras para tal.

E é por isso que o blog se chama assim. 

Não quero parecer pretensiosa, nem nada disso.

É apenas um blog pra eu contar como vejo a vida. Como eu vejo a minha vida.

Como eu enxergo meu passado, presente e futuro.

Pra filosofar e, por que não, falar de besteiras?!

E quero vocês aqui comigo.

Amigos, sejam bem-vindos para mais este vínculo de amizade!

Aos desconhecidos, não se acanhem. Apresentem-se e vamos trocar reflexões, ideias, risadas e pensamentos.

E aos inimigos, sejam bem vindos também! Caso não entendem algo do blog, reportem a mim que mando desenhado, explicando! (Muahah!)

Por que esta imagem?!

Pois é assim que me sinto, quando escrevo: de braços abertos para a vida!

Sejam sempre bem vindos!

Com carinho,
Naná.

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